Brands & Colors / Marcas e Cores

«The little corporate idiots can claim ownership of colors all they want, – they never own nothing.»
Stefan Sagmeister

Found this quote at this blog, which I just found via Twitter. Made me think about the way we almost instantly associate some colors to brands. I immediately remembered the red color, and associated it to Coca-Cola. And to Santa (which supposedly was green, before Cola-Cola made it red – but who remembers the previous version?). I remember walking in the street, seeing a green outdoor and thinking it was Pingo Doce (a portuguese supermarket). In that case, not paying much attention to the writing in the outdoor, only later I found out it was Social Security (I really only looked at the color…). The blue color? Facebook. Twitter. HP. Ford. Green, again? Starbucks. Banco Espírito Santo. And so on…

This doesn’t mean I don’t agree with Sagmeister, I just think things aren’t so simple. Because whenever we see a color, we always remember certain thinks. And many times those things are brands. Of course this doesn’t only happen with colors, we can see that with type, and all other elements of visual communication. Still, the ownership of something as a color is much more controverse than type. We can order a typeface from a type foundry and pay for its exclusive copyrights, but we can’t order a color and get it exclusively, because that color probably already exists. What happens is that we intuitively associate it to the brand, if its presence is strong enough.

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«Os idiotasinhos corporativos podem reclamar a propriedade das cores que quiserem, – eles nunca serão donos de nada.»
Stefan Sagmeister

Encontrei esta citação neste blog, que acabei de descobrir via Twitter. Fez-me pensar no modo em como quase instantaneamente associamos certas cores a marcas. Imediatamente veio-me à cabeça a cor vermelha, e associei-a à Coca-Cola. E ao Pai Natal (que supostamente era verde, antes da Coca-Cola o ter tornado vermelho – mas quem se lembra dessa versão?). Lembro-me de estar a andar na rua, ver um outdoor verde e pensar que ali era um Pingo Doce. Nesse caso, não estando a prestar muita atenção ao que estava escrito, só numa data posterior descobri que se tratava da Segurança Social (ok, não estava mesmo a prestar muita atenção…). Cor azul? Facebook. Twitter. HP. Ford. Verde, outra vez? Starbucks. Banco Espírito Santo. E etc, etc…

Isto não significa que não concorde com o Sagmeister, apenas acho que as coisas não são assim tão simples. Porque quando vemos uma cor, esta faz-nos sempre lembrar de alguma coisa. E muitas vezes o alguma coisa é uma marca. É claro que isto não acontece só com as cores, também o podemos verificar com tipos de letra, e outros elementos de comunicação visual. Ainda assim, a propriedade de algo como uma cor é mais controversa que a de um tipo de letra. Podemos encomendar um tipo de letra a uma fundição, e pagar pelos seus direitos exclusivos, mas não podemos encomendar ums cor e tê-la exclusivamente para nós, porque essa cor provavelmente já existe. O que acontece é que intuitivamente a associamos a uma marca, quando a sua presença é suficientemente forte.

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