A credibilidade de uma opinião

«Uma história ou uma opinião deve ser julgada
em última instância pelos seus próprios méritos.
A credibilidade de quem a defende não lhe garante
a verdade. O maior especialista pode enganar-se;
o mentiroso mais descarado pode estar a dizer
a verdade.»
Mário Moura, em Ressabiator, 25/08/2012

Será que levamos isso em conta quando compramos um livro do autor X ou Y?

Ainda ontem estava a ler um texto da escritora Margarida Rebelo Pinto (se bem que depois de ler o texto questiono se o termo “escritora” se lhe aplica—deverá antes constituir uma ofensa para outros escritores), que tem circulado pelas redes sociais e levantado polémica, e uma coisa em que reparei é que nem toda a gente (que tinha comentado nas redes sociais) se tinha apercebido de quem tinha escrito. Talvez essa seja uma das características da Internet: a diminuição da importância do nome de autor. Se formos a ver, na página do comentário no Jornal Sol o nome nem aparece em destaque. Eu confesso que só depois de ter lido a famosa crítica me apercebi de quem a tinha escrito.

De qualquer das maneiras, o ser uma autora com vários livros publicados, aqui, de nada lhe valeu. A opinião foi desprezada e criticada em larga escala, como bem merecia.

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